Poderia ser o texto mais alegre e apaixonado, assim como poderia ser o mais nostálgico. Ao mesmo tempo que é tudo muito novo, é tudo muito conhecido. Não sei ainda se devo me importar com tantas trapalhadas ou apenas achar graça.
Tento traçar pontos que liguem aspectos imáginários, aqueles vindos da parte mais indecifrável do meu ser àqueles concretos, pelos quais esperei muito ou não esperei jamais. Por enquanto me rendo como quem, aos poucos, se vê chorando com um filme que já assistiu milhares de vezes, e pensou que já não lhe provocaria emoção alguma.
terça-feira, 18 de maio de 2010
terça-feira, 4 de maio de 2010
Palpável.
Acho que já mencionei aqui o quanto os pesadelos me levam pra parte mais distante e mais sombria da minha imaginação ou do meu inconsciente. Acho que eu já mencionei aqui uma boa parte das coisas que me deixam agoniada. Pois é. Acho que apenas não mencionei o quanto me deixam confusa as coisas que não são palpáveis. E o pior, o que jamais nos damos conta é que, apenas aquilo que vem de nós é palpável. Desejo do fundo do meu ser poder mudar de opinião um dia, afinal, e dizer que estive errada. Mas enquanto não vêm a vida e me mostra o contrário, é assim que eu sigo. Tentando desenrolar este emaranhado de sensações contrárias e violentas que avançam sobre mim.
Assinar:
Postagens (Atom)