Poderia ser o texto mais alegre e apaixonado, assim como poderia ser o mais nostálgico. Ao mesmo tempo que é tudo muito novo, é tudo muito conhecido. Não sei ainda se devo me importar com tantas trapalhadas ou apenas achar graça.
Tento traçar pontos que liguem aspectos imáginários, aqueles vindos da parte mais indecifrável do meu ser àqueles concretos, pelos quais esperei muito ou não esperei jamais. Por enquanto me rendo como quem, aos poucos, se vê chorando com um filme que já assistiu milhares de vezes, e pensou que já não lhe provocaria emoção alguma.
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