Diz-se que o amor é a arte que orienta, e quanto à isso não há dúvidas. Há porém que levar-se em conta a linha tênue que separa a euforia das paixões sonhadoras, a responsabilidade do amor utópico, uma vez que "les utopies apparaissent comme bien plus réalisables" (Nicolas Berdiaeff), e a visão dos horizontes que sempre estiveram em algum lugar, apenas esperando que a nossa visão ainda ingênua os alcansasse.
Deborah Herrera
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