quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Onde...

Orgãos, tecidos, células, veias, músculos. Partes que comandam, partes que captam informações. Acho estranho quando, só após horas, percebo flashs que não saem da minha mente.
São imagens rápidas que vêm e vão. São noites escuras, árvores, lugares. São sensações, emoções, perigo, euforia, alegria, medo.
O coração aperta, a respiração pàra durante alguns segundos. É raro quem tenha consciencia do que sente. Os nossos sentidos nos pregam peças todo o tempo. A noite prega peças. As ruas pregam peças. A noite vicia, traga, brilha. Quando menos se espera, se está envolto na noite, que se torna também o pesadelo do dia. A noite distorce o que dizem sobre o corpo e sobre a alma. A noite transforma o dia em noite. A noite faz o dia se tornar, apenas, o que precede a noite.
As sensações fazem com que as ruas pareçam todos iguais, com que os sentimentos se confundam. Deve existir um lugar longe onde tudo é felicidade. Deve haver um lugar onde apenas as coisas verdadeiras façam sentindo. Onde o ódio silencie, onde o amor reine, e onde não haja noite.

Um comentário:

  1. nssa curt a brisa pra carai, ta miu grau o texto mou vibe.
    A noite acaba com nóis com a mulecada e pa mais ngm é obrigado a nada cada um tem a sua escolha né enfim

    beijo deb ;*

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